Rentabilidade

As contribuições dos participantes e patrocinadores são aplicadas no mercado financeiro, em várias modalidades de ativos, conforme diretrizes do Comitê Monetário Nacional – CMN e da PREVIC.

A Política de Investimentos, aprovada pelo Conselho Deliberativo da PREVCOM-MG, define os marcos e referências para os resultados das aplicações financeiras.

A tabela a seguir mostra a rentabilidade dos recursos garantidores do PREVPLAN nos últimos meses, bem como nos últimos anos.

Os participantes do PREVPLAN podem solicitar informações mais detalhadas sobre as aplicações financeiras.

Os relatórios disponibilizados são de caráter informativo e não tem como objetivo estabelecer aconselhamentos no que se refere os investimentos. Para elaboração dos relatórios, a PREVCOM-MG faz uso de dados internos e das informações fornecidas pelos prestadores de serviços. Os dados disponibilizados podem sofrer alterações em virtude de mudanças de alocações, reprocessamento de conta e/ou valores e de caráter gerencial.

CENÁRIO ECONÔMICO

Voltamos para os tempos do juro elevado! Outubro foi mais um mês com desempenho ruim para o mercado financeiro local com todas as classes de ativos, com exceção de ativos de liquidez. Ao longo do mês, os títulos de renda fixa prefixada, representados pelo índice IRF-M, apresentaram rendimento de -2,63%, enquanto os títulos indexados à inflação, representados pelo índice IMA-B, apresentaram um rendimento de -2,54%. A bolsa brasileira, por sua vez, representada pelo índice IBX apresentou rendimento de -6,81%. Já o CDI, um rendimento de 0,48%, enquanto a moeda brasileira depreciou 3,56%, para o nível de R$5,64 por dólar norte americano. No acumulado do ano os títulos de renda fixa prefixada apresentaram rendimento de -5,5%, enquanto os títulos indexados à inflação, rendimento de – 4,79%. A bolsa brasileira, por sua vez, apresentou rendimento de -12,4%, comparada com o rendimento de 3% do CDI e uma depreciação de 8,4%, da moeda brasileira em relação ao Dólar. Com a expectativa de inflação elevada e a ruptura do teto de gastos, o ciclo de alta da taxa SELIC deve ser mais forte e duradouro, razão pela qual ativos vinculados a taxa de juro CDI voltaram para o radar dos investidores. Além disso, teremos adiante um novo ciclo eleitoral, com suas típicas incertezas e volatilidade, rumores de mercado e ruídos nas notícias. Nestas circunstâncias, a atual queda no preço dos ativos financeiros deve ser interpretada como uma oscilação e não como perda. No cenário externo, A Bolsa Americana, representada pelo índice SP&500 apresentou rendimento de 6,91% ao longo do mês. Ainda assim, o principal motivo de alerta é o aumento da taxa de juros norte-americana, com reflexos sobre os ativos mundiais, inclusive do Brasil, em especial devido ao incremento no risco país

 

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